Road to Eye-catching Landscape

The new common language will be more simple and regular than the existing European languages. It will be as simple as Occidental; in fact, it will be Occidental. To an English person, it will seem like simplified English, as a skeptical Cambridge friend of mine told me what Occidental is. The European languages are members of the same family.

Serious Problems with Cables in CIty

The new common language will be more simple and regular than the existing European languages. It will be as simple as Occidental; in fact, it will be Occidental. To an English person, it will seem like simplified English, as a skeptical Cambridge friend of mine told me what Occidental is. The European languages are members of the same family.

Montain and Winter Cold Weather

If several languages coalesce, the grammar of the resulting language is more simple and regular than that of the individual languages. The new common language will be more simple and regular than the existing European languages. It will be as simple as Occidental; in fact, it will be Occidental.

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Três situações em que é melhor sua criança não ir à escola

 

por Dra. Ivani Mancini

Na verdade, decidir se uma criança doente deve ir à escola seria muito fácil. Se
ficou doente, não vai. Simples assim. Porém, se a cada coriza ou tosse, a
criança for ficar em casa, com certeza ela permanecerá mais afastada do que
na escola (e as salas de aula vazias). Afinal, com o enorme número de vírus
que existem, a chance de se infectar por um deles é bem grande. Sem
mencionar que manter a criança em casa implica em pais faltando ao trabalho,
mobilização de pessoas para cuidar dessa criança e perda do conteúdo escolar
e atividades que podem ser importantes no aprendizado.
Então, em que situações seria melhor manter a criança afastada da escola,
quando ela está doente?
Logicamente, se a criança está prostrada, com aspecto de quem não está bem,
situação na qual seria difícil imaginá-la sozinha no meio de outras crianças, é
fácil decidir. Porém, como numa boa parte das infecções por vírus, a criança
não parece tão mal e fica difícil decidir se vai ou não vai para a escola.
Seguem três situações em que é recomendável manter a criança em casa:
1 – Febre. Considera-se febre qualquer temperatura acima de 37,8°C (alguns
já consideram acima de 37,5°C) e crianças com febre não devem ir à escola.
Se existe febre, existe uma infecção. E uma criança com infecção não deve ir à
escola porque, mesmo sendo medicada e baixando a febre, ela está
transmitindo a sua doença para as outras crianças. Além disto, durante o
período em que ela estará na escola, poderá haver piora dos sintomas e, o
melhor, será observá-la por um tempo.
O correto se sua criança tem febre é só mandá-la para a escola quando ela
estiver 24 horas sem febre, não necessitando mais de antitémico.

2 – Vômitos ou Diarreia. Parece lógico que uma criança com vômitos ou
diarreia não deva ir à escola. Mas, podem acreditar. Há pessoas que mandam
a criança que está nessa situação para a escola mesmo assim, principalmente
se só há diarreia e não há vômito (quando há vômito, fica mais difícil tirar a
criança de casa).
As viroses intestinais são extremamente contagiosas, principalmente nas
primeiras 24 horas de doença. Portanto, nesse caso, também valeria a regra de
aguardar pelo menos um dia para mandar a criança de volta para a escola.
Porém, se a diarreia for muito intensa, com muitas evacuações durante o dia,
convém entrar em contato com seu pediatra, pois há alguns vírus que podem

levar mais tempo sendo eliminados pelas fezes, o que poderia ainda causar
infecção em outras crianças. Imagine sua criança causando uma epidemia de
diarreia dentro da escola? Tenho certeza de que você não gostaria de ser
responsável por uma situação dessas.

3 – Tosse que não para. Existem duas situações que podem acontecer
quando há tosse: a criança tem tosse, mas demora um bom tempo para tossir
novamente. Ou a criança tosse sem parar. Quando a tosse vem em crises, mas
leva bastante tempo entre elas, na grande maioria das vezes, é uma tosse
decorrente de secreções que descem da via aérea superior, como nos
resfriados ou nas sinusites, por exemplo. Isto não quer dizer que não se deva
dar atenção para o quadro infeccioso, mas não costuma ser uma situação
urgente. Porém, quando uma criança tosse sem parar, muitas vezes a noite
inteira, ou apresenta algum grau de dificuldade respiratória, mesmo que
mínimo, ela deve ter atendimento o mais rápido possível. Tosses que não
param têm grande chance de ser decorrentes de processos pulmonares, como
pneumonias ou broncoespasmos, que podem evoluir para quadros graves que
colocam a criança em risco.

Se você estiver em dúvida diante de uma doença com sua criança, o melhor é
perguntar ao seu pediatra. Muitas vezes é melhor levar a criança à escola após
um pouquinho de tempo a mais para a recuperação. É mais seguro para ela
mesma e para os outros que convivem com ela.

Vantagens do Bilinguismo

Sempre me interessei por línguas e desde adolescente dediquei meu tempo para estudá-las, via escolas de idiomas e mais recentemente por apps, sites e contatos com estrangeiros. Fico fascinada em poder entender o que os outros falam e não gosto quando não consigo interagir com falantes de outros idiomas que não o inglês e espanhol, que eu domino bem.

Assim, quando meus filhos nasceram, decidi que eles tinham que ser bilíngues, que não era uma opção. Após ter trabalhado em escolas bilíngues e internacionais por muitos anos, já sabia que não queria deixar isso prá depois:  eu via na prática, com os meus alunos, que é muito mais fácil para crianças aprenderem um idioma do que um adolescente ou adulto, pois com o passar dos anos esse processo fica bem mais sofrido…

Enfim, me comunicava com meus filhos em inglês e os matriculei na Builders com 1 ano de idade. Eles rapidamente adquiriram a língua e quando saíram de lá (naquela época não oferecíamos o Ensino Fundamental ) foram para outra escola bilíngue, onde continuaram aprimorando o inglês e até tiveram contato com o alemão.

No 7º ano do EF eles foram para uma escola brasileira regular que oferecia aulas de inglês 2 vezes por semana, onde eles quase davam aula para o professor, de tão sabidos que já eram no idioma. Mas eu sabia que tinha espaço para o aprendizado da gramática, de forma sistematizada, afinal eles possuíam fluência total e um amplo vocabulário, mas as estruturas, os nomes dos tempos verbais, isso só se aprende em curso de idiomas mesmo (ainda questiono a necessidade disso, mas enfim…).

No 8º ano nos mudamos para os EUA para um período sabático e preciso dizer que eu e meu marido “babamos” ao ver nossos meninos super fluentes, desde o primeiro dia de aulas bem integrados na escola, absorvendo 100% do conteúdo em inglês e participando de tudo como os demais “gringos”da sala. Em poucos meses, soavam como nativos, tamanha a facilidade e desenvoltura que já possuíam com a língua.

Depois que eu e meu marido voltamos para o Brasil, eles continuaram morando lá, em uma “boarding school”. Depois de quase 3 anos fora do Brasil, soam como falantes nativos em inglês e agora o foco é o espanhol, que os dois escolheram como aula optativa. De lá o rumo é um “college” americano.

Enfim, acredito que independente de qual vai ser a escolha para seus filhos, se vão frequentar escola bilíngue só na Educação Infantil, se vão continuar essa modalidade no Ensino Fundamental 1, 2, no Ensino Médio, se vão estudar em escola internacional no Brasil, se vão morar fora do país… isso não importa. O que importa é lembrar que vale muito a pena dar a eles a oportunidade de aprender uma segunda, terceira, quarta línguas. Que a vivência nesses ambientes  multiculturais só acrescenta, deixando-os muito preparados para o futuro.

Ah, e que ninguém garante nada, mas que falar inglês já é mais do que meio caminho andado, isso ninguém pode negar.

Ana Paula A. Mustafá Mariutti atua na educação bilíngue desde 1986. Possui formação em Tradução/Interpretação pela Alumni, curso superior de Pedagogia, e diversos cursos relacionados à educação bilíngue e à gestão escolar no Brasil e no exterior. Participou ativamente na fundação da Oebi – Organização das Escolas Bilíngues, a qual presidiu durante 12 anos. Atuou na gestão da instituição à distância de julho 2014 a junho 2016, quando residiu nos EUA. Nesse período, aprofundou seus conhecimentos sobre a educação bilíngue oferecida em escolas públicas e particulares de educação infantil e ensino fundamental bilíngues americanas.

Bem-estar

Condição de quem se encontra satisfeito (física ou mentalmente). Estado de pessoa tranquila; condição daquele que está seguro ou confortável; tranquilidade.

A Builders inovou o currículo das escolas bilíngues introduzindo aulas de Bem-estar. Baseada nas escolas americanas, que oferecem aulas eletivas em diversas disciplinas, os nossos alunos têm atividades dentro do currículo como parte da carga horária de inglês. Cada professor escolhe uma modalidade que tenha afinidade para trabalhar e estimular as habilidades dos alunos. O ambiente é descontraído, seguro, tranquilo e confortável para os participantes.
Os alunos têm demonstrado grande interesse em nossas aulas e a cada troca de oficina, ficam entusiasmados com as novas possibilidades. Enquanto aprendem coisas novas, têm a oportunidade de entrar em contato com professores e alunos de outras turmas e idades diferentes. Essa relação é muito benéfica para o desenvolvimento social deles pela forma como se vêm e agem dentro da comunidade Builders. Quando têm vivências com crianças de outras turmas, acabam conhecendo e se relacionando com a escola inteira, compartilhando seus pensamentos e expressando suas ideias com mais autonomia.
Abaixo vocês conferem as modalidades que tem sido um sucesso em 2016:
Em Board Games, cada um cria o seu próprio jogo de tabuleiro, peões, dados, cartões, regras, etc. É uma oportunidade para desenvolver a linguagem, o trabalho em grupo, conceitos matemáticos, habilidades motoras, além de muita diversão!
Sustainability, por sua vez, aproveita o espaço privilegiado do Solarium para desenvolver valores, conhecimentos e habilidades como: cuidado e respeito com as plantas, com os outros e com nosso espaço, contato direto com a natureza e a compreensão do ciclo dos alimentos, através do uso da horta e da composteira.
Em Express Yourself a ideia é que os alunos desenvolvam a autoconfiança e identidade sem se preocupar com o julgamento dos outros colegas. Através de histórias, danças, desenhos e rodas de conversa podem compreender e falar sobre os seus sentimentos e ideias.
Outdoor games procura promover, através de jogos e brincadeiras com movimento, a cooperação e socialização entre os colegas da escola, a atenção, concentração e outras habilidades motoras. Nesses momentos as crianças podem correr, brincar e aprender novos jogos!
Já em Creative Culinary, as crianças podem criar figuras com frutas e legumes e percebem que comer alimentos saudáveis também pode ser muito divertido. Vocês já imaginaram uma pizza de melancia? E um porco-espinho de pera e uvas? Que tal uma palmeira de kiwi e banana?
Realmente, acreditamos que as crianças têm muito a ganhar nesses momentos!

Ana Luiza Azevedo é professora e psicopedagoga formada pela Universidade Mackenzie há 11 anos. Possui inglês fluente e diversos cursos na área de educação e bilinguismo. Além disso, participa de formações para aprimorar a sua prática constantemente. Trabalha na Builders há 15 anos, onde já ocupou diversos cargos, de professora assistente a coordenadora de operações, porém é na sala de aula que prefere atuar. É parte integrante da Comissão da Educação Através do Amor, que visa garantir que a filosofia da escola seja levada adiante.

Educar – Equilíbrio entre amor e disciplina

   Desde os primórdios da humanidade, a educação das crianças era de responsabilidade da família. Acompanhamos ao longo da história a valorização da criança e a necessidade da criação de um espaço que atendesse as necessidades da sua formação cultural, cognitiva e emocional. Desde então, a escola tem participado, cada vez mais, nesse processo, e compartilhado com as famílias esse tarefa.

   A escola é o primeiro lugar de convívio social fora do ambiente familiar e recebe crianças fruto de uma grande diversidade de modos de pensar, regras e valores, que fazem desse espaço um lugar único para o reconhecimento da diversidade em todas as suas formas.

   Que bom que isso acontece! A dimensão grupal é básica para o desenvolvimento completo do ser humano; por isso, um dos principais objetivos da educação é a formação de indivíduos aptos a conviver em sociedade. Educar nossas crianças é estimular nelas a capacidade de respeitar os objetos e as pessoas, além de ajudá-las a perceber o quanto essa atitude é benéfica para todos.

   O princípio básico da educação, de buscar o equilíbrio entre disciplina e amor, aplica-se em todas as situações do contexto escolar. São inúmeras as oportunidades em que as crianças são escutadas, atendidas e contempladas, pois tudo o que é proposto na escola é pensado para fazê-las felizes. Por outro lado, elas precisam entender que os “nãos” são absolutamente necessários e têm algum motivo importante.

   Um “não” ensina sobre limites e autocontrole, e faz com que os alunos entendam que regra é para ser seguida, como se fosse parte de um contrato, no qual todas as partes se beneficiam. Ao estipular normas de disciplina claras, estamos preparando-os para encontrar seu lugar no grupo, na sociedade e no mundo.

   Especialista em questões relacionadas à família e à escola, a psicóloga paulistana Rosely Sayão acredita que as crianças estão sendo educadas sob o peso da superproteção, o que as desconecta da realidade. O excesso de zelo também dificulta o desenvolvimento da resiliência, a capacidade de resistir às frustrações e adia a conquista da maturidade.

   “A gente não tem ensinado para os filhos que tudo tem um processo com começo, meio e fim. Por exemplo, ir a um aniversário. Tem o antes, que é pensar na pessoa, pensar no presente, sair para comprar o presente, pedir para os pais se pode ir, perguntar se os pais podem levar e buscar. Depois tem a festa, o desfrute, e depois da festa tem de ver quem vai buscar. Tudo fica com os pais e, para os filhos, é só ir à festa. Tomar banho é a mesma coisa: é só entrar debaixo do chuveiro. Não tem a organização da roupa e do banheiro, enxugar o banheiro. Nada disso, para os filhos, faz parte desse processo. Isso tudo é superproteção”, salienta a especialista.

   E quando as regras não são respeitadas? Da mesma forma com que recebemos uma multa quando cometemos uma infração de trânsito, precisamos ensinar as crianças a assumir a autoria dos seus atos. É indispensável que percebam que uma atitude positiva terá uma consequência positiva, ao passo que uma atitude negativa acarretará uma negativa.

   Educar dá trabalho e exige muita dedicação e empenho dos educadores, que, através de ações, intervenções e diálogo, mostram o que é bom e aceitável para o convívio em harmonia. Os alunos precisam participar ativamente desse processo para aprender a se responsabilizar pelo que fazem.

   Eles precisam ser ajudados a sentir, com amor e segurança, que estão no caminho certo…

 

Roxanna Nyczka Debeuz

Coordenadora Pedagógica do Ensino Fundamental