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23.2.2026

Onde a vida se encontra: reflexões sobre o retorno às aulas

Um olhar sensível sobre o processo de adaptação e o bem-estar no início do ano letivo.

Por Gabriela Paproschi

Psicopedagoga e Especialista em Saúde e Bem-estar da Gara School, escola do grupo Builders

O retorno às aulas é mais do que uma mudança no calendário. É um movimento interno e coletivo que marca um novo começo.

A vida começa a pulsar novamente, intensa e verdadeira nos espaços que os esperavam. O silêncio da escola volta a ser preenchido pelos risos soltos, os pulos animados e os abraços apertados. O corpo ainda traz o ritmo das férias, o tempo que passa sem rotina, no aconchego do colo familiar. Mas há um chamado que começa a ecoar: o desejo de rever, de contar o que se viveu e de encontrar o outro.

O retorno como reencontro

Voltar para a escola não é apenas retomar um calendário: é o rito de transformar o descanso individual em potência coletiva. 

A adaptação, tempo sensível e singular, é o espaço em que o “eu” que descansou se reorganiza para voltar a ser “nós”, ou, em alguns casos, para começar a construir esse “nós” pela primeira vez. É o que vive quem inicia a vida escolar ou chega a uma nova escola: o desafio de pertencer, reconhecer-se e encontrar seu lugar em um novo grupo, em um novo ambiente.

Do “eu” ao “nós”: um processo singular

Sabemos que esse movimento não é linear, pois cada criança e cada jovem atravessam esse novo começo à sua maneira. Há quem precise de calma, de mais tempo; há quem retorne com energia expansiva, eufórica. Ambos os movimentos são legítimos. 

A escola, nesse cenário, precisa saber sustentar o tempo do processo, respeitando as necessidades particulares de cada aluno. Ela observa, acolhe, acompanha, se mostra presente e atuante a todo instante.

Bem-estar como ponto de partida

O olhar do educador deve ser atravessado pelo bem-estar. Cada aluno precisa sentir que sua história ocupa um lugar de respeito e que a escola é o solo seguro onde memórias se transformam em novos saberes. O que era frio na barriga se transforma em sorriso e acolhimento e a confiança se torna o fio condutor de todo o percurso do ano letivo.

Na escola, devemos seguir dedicados ao cuidado e ao apoio aos alunos e às famílias durante todo esse processo, para que, mesmo quando algumas angústias e dúvidas permearem os corações, o caminho seja trilhado com leveza.

Leia também: 

Volta às aulas: acolhimento e adaptação nos diferentes ciclos escolares

Ser educador Builders é uma maneira de estar no mundo

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